Última plenária de 2019 teve apresentações das Gerências contábil e de TI, além de proposta de grupo de trabalho em engenharia biomédica

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Na noite desta quinta-feira, aconteceu a plenária nº 1160, a última do ano de 2019 do CREA-PA. Pouco antes das 19h, já havia quórum e o Presidente Renato Milhomem abriu a sessão que, excepcionalmente, começou com a entrega do Diploma do Mérito para quatro profissionais. Logo após, com a presença maciça de Conselheiros, os trabalhos iniciaram, seguindo a pauta de temas.  

A plenária contou com uma apresentação do Gerente de Tecnologia da Informação, Ray Fran Pires. Ele falou sobre os projetos que estão em andamento no Conselho e devem virar realidade em 2020, como facilidades de emissão de ART, compensação em tempo recorde de boletos, a possibilidade do pagamento de anuidade com pontos de cartão de crédito e até a Minerva, inteligência artificial que auxiliará o profissional nos mais diversos assuntos. Internamente, também haverá nova rede MPLS de integração da sede com as inspetorias, reestruturação da infraestrutura de TI, novo sistema de fiscalização em tempo real e novo receituário agronômico digital.

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Aconteceu, ainda, uma apresentação da Gerente Contábil do CREA-PA, Bruna Chaves de Oliveira. Ela apresentou a demonstração parcial da execução orçamentária do exercício 2019, apresentando as ações e os resultados alcançados da gestão, que deve fechar o ano com superávit, mesmo com diversos investimentos realizados.

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Outro momento importante foi a proposta de um grupo de trabalho, apresentada pelo Engenheiro Biomédico Guilherme Pereira, para discutir melhorias nas áreas de engenharia biomédica e engenharia clínica, junto a engenheiros que trabalham na área, hospitais, clínicas e empresas de assistência técnica. Segundo ele, não há uma padronização de procedimentos seguida pelas instituições.

- Acaba que em muitos hospitais quem faz a manutenção dos equipamentos ainda é alguém que não tem nível técnico nenhum, não tem controle de qualidade. É muito perigoso. Tem muito equipamento ligado direto no pacientem então tem que haver controle de qualidade, manutenção preventiva, calibração regulada. Se não tiver isso de forma rígida, vai prejudicar e colocar em risco a vida de muitas pessoas – ressaltou Guilherme Pereira.

O objetivo com o grupo de trabalho é criar formas de conscientizar as instituições de saúde, os profissionais, as empresas de engenharia com seus engenheiros e técnicos, para que se possa melhorar o serviço prestado, o cuidado e dar mais segurança a todo o ciclo.

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