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CREA’s fazem última chamada para o recadastramento profissional.
Encerra dia 30 de abril de 2008 o prazo para recadastramento dos profissionais registrados no Sistema CONFEA/CREA. A partir de 1o de maio, as atuais carteiras perderão a validade e o profissional ficará impedido de efetuar o registro da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), obrigatória para regularização de obras.
Para se recadastrar leve ao CREA, original e cópia dos documentos abaixo:
- Carteira de Identidade Civil ou Habilitação;
- Título de Eleitor (se brasileiro);
- CPF;
- Comprovante de prestação do serviço militar (homens);
- Duas fotos 3x4 (recentes com fundo branco);
- Comprovante de residência;
- Fator RH (exame laboratorial específico , se assim desejar) e
- Pagar a taxa de recadastramento R$ 30,00 (trinta reais).
O recadastramento profissional permitirá criar um banco de dados nacional, atualizado e unificado, conhecido como Sistema de Informação CONFEA/CREA (SIC).
FONTE: CONFEA nº 12 |
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Profissionais terão plano de Saúde exclusivo
Os Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia são instituições criadas para defender a sociedade e fiscalizar o exercício profissional. Embora não sejam representantes diretos dos profissionais, função que cabe aos sindicatos, dez CREAs, incluindo a Regional Pará, firmaram convênio para criar um plano de Saúde exclusivo para os profissionais e seus dependentes.
O plano chamado de UNICREA foi desenvolvido em conjunto pela Uni Clube de Benefícios e a UNIMED, que integra uma rede 377 cooperativas, com 106 mil médicos, 80 hospitais próprios e mais de 3 mil e quinhentos hospitais credenciados.
Para consultar as tarifas, ter mais informações ou fazer a adesão ao plano basta ligar para 0800 247 838. |
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Piso salarial de técnicos é aprovado no Senado
Em dezembro, dia 18, os técnicos de nível médio conquistaram uma vitória na luta pelo piso salarial. O progresso foi no senado, onde o projeto de Lei do senador Álvaro Dias (PSDB/PR) estipula que o salário mínimo dos técnicos corresponderá a sessenta e seis por cento da menor remuneração atribuída em lei para os cursos superiores, registrados nos Crea’s.
O projeto altera a Lei 4.950-A, de 22 de abril de 1966, que estabelece as regras salariais para os cursos de engenharia, química, arquitetura, agronomia e veterinária. O projeto é valido para todos os técnicos de nível médio que estejam devidamente registrados nos Conselhos Regionais. Agora, a iniciativa segue para Câmara dos Deputados que fará a revisão da proposta.
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Lula veta criação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo
No último dia de 2007, 31 de dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a criação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). O parecer negativo teve por base a sugestão do Ministério da Justiça e da Casa Civil que entenderam que o projeto de lei não deixa claro a “natureza jurídica do ente que se pretende criar”. O entendimento sobre o projeto de criação do CAU é que ele se coloca tanto como uma pessoa jurídica de direito privado (semelhante a partido político, associações de classe, ONG, etc.), como uma pessoa jurídica de direito público.
No primeiro caso, a criação de conselhos profissionais com aquela natureza é inconstitucional. Se fosse de natureza de direito público, o CAU também não poderia existir, pois sua criação partiu de um projeto parlamentar. Instituições deste caráter, autarquias, só podem ser criadas exclusivamente pelo presidente, assim como cargos, funções e empregos públicos.
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O “braço” social do Crea-PA tem
novos diretores
A Caixa de Assistência
dos Profissionais do Crea - PA (Conselho Regional de Engenharia,
Arquitetura e Agronomia) empossou nesta segunda feira, 10/09/07,
seu novo diretor geral, o engenheiro agrônomo Elias Lima. Ele
substitui o engenheiro civil Aldo Garcia que permaneceu a frente do
órgão por dois mandatos, de
2000 a 2007. Ao lado de Lima assume também o cargo de diretor
administrativo o engenheiro civil e sanitarista Gilberto Von Grap.
As finanças da instituição continuam com o arquiteto Nestor
Bastos, cujo mandato encerra em outubro.
A Caixa é uma
representação da Mútua, uma sociedade civil sem fins lucrativos,
criada em 1977 pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e
Agronomia (CONFEA). O principal objetivo da instituição é
fornecer benefícios sociais, previdenciários e assistenciais aos
associados. Hoje cada unidade da Federação tem uma representação
da Mútua em forma de Caixa de Assistência Profissional. No Estado,
a instituição funciona na própria sede do Crea-PA.
Os recursos que
mantém a instituição vêm das anuidades dos associados e de 20%
do pagamento das taxas da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).
Os novos diretores recebem o órgão com aproximadamente 700 sócios
e cumprem mandato temporário até dezembro de 2008.
Lucas Filho 81138827,91459263
(assessoria de imprensa CREA/PA)
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CARTA-CONVITE AOS PROFISSIONAIS
Hoje, por desconhecer a importância das atividades tecnológicas para o desenvolvimento do país e para a melhoria da qualidade de vida da população, muitos profissionais chegam a ser sub-utilizados, principalmente em órgãos públicos. Por isso mesmo, na avaliação de todos nós que fazemos parte da organização da campanha de
Valorização no Pará, a sociedade precisa tomar conhecimento de quanto os profissionais do setor tecnológico podem ser um instrumento eficaz para garantir à população um melhor padrão de vida seja na área ambiental ou social. Nos dias em que vivemos, todos sabem que não basta mais a um país crescer. Esse desenvolvimento tem que ocorrer de forma sustentável, preservando o meio ambiente, através de projetos e obras e infra-estrutura de grande alcance social, e, para isso, os profissionais do setor tecnológico constituem-se em peça-chave para o êxito do Programa de Aceleração do Crescimento tão sonhado. È muito importante trabalharmos para que o poder público tome consciência da importância social do nosso papel, pois podemos melhorar a qualidade de vida da sociedade atuando das mais variadas formas, uma delas seria prestando orientações técnicas para execução de projetos de baixíssimo custo nas áreas da agricultura, da habitação ( através do trabalho de assistência técnica de engenharia e arquitetura) ou do transporte, criando até mesmo veículos de baixo custo para atender cidadãos portadores de mobilidade reduzida ( idoso e portadores de necessidades especiais). É claro que existem muitas outras contribuições que podem ser dadas envolvendo as diversas categorias que hoje compõem o sistema Confea/Crea, mas nada disso seguirá em frente se você não fizer parte desta luta. Venha você também fazer parte desta campanha. Procure o nosso núcleo de organização, através do telefone 4006-5510.
Raimundo Nonato, coordenador da Campanha Estadual de Valorização Profissional e presidente do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Pará.
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Histórico da Luta por melhores Salários
Em agosto de 2005, o Crea-PA defendeu, em sessão pública na Câmara Municipal de Belém, a adoção do salário mínimo profissional para a área tecnológica no âmbito do poder municipal (previsto na Lei 4.950-A, o mínimo profissional é de 6 salários mínimos para 6 horas trabalhadas).
Em 31 de agosto daquele ano, o presidente do Crea-PA, Eng. Agrônomo Antonio Carlos Alberio, reuniu-se com o prefeito de Belém, Duciomar Costa, para tratar do cumprimento, por parte da prefeitura, do salário mínimo profissional. As reuniões representaram passo importante na luta pela valorização e por melhores salários. Hoje a exemplo de outros importantes regionais espalhados pelo país, está apoiando efetivamente uma campanha de valorização no Estado, com o objetivo de dar legitimidade à reivindicação salarial.
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PROJETO DE LEI BENEFICIA TÉCNICOS
Desde o dia 9 de maio deste ano, está em tramitação na Assembléia Legislativa um projeto de lei defendendo o acesso de profissionais (no caso, técnicos de nível médio e superior) recém-formados, egressos deinstituições públicas do setor agropecuário, em projetos de assentamento rural nas áreas jurisdicionadas pelo Estado. O projeto, que tem o apoio do Crea-PA, é de autoria do deputado e engenheiro agrônomo José Megale. Visa beneficiar, preferencialmente, aquele profissional filho de produtor rural assentado ou agricultor familiar com o mínimo de 5 a 10% dos lotes agrícolas nas áreas de assentamento rural. Na avaliação do deputado, o projeto é de suma importância para o êxito dos assentamentos realizados no Estado, uma vez que, conforme garante Megale, muitos projetos acabam tendo seu andamento comprometido justamente pela falta de projetos técnicos produzidos por profissionais especializados. “Com a aprovação deste projeto de lei, todos sairão ganhando: os profissionais, que terão mais mercado de trabalho, e o próprio Estado, já que o técnico beneficiado terá a responsabilidade de apresentar um projeto básico de exploração sócio-econômica do lote rural, difundindo assim tecnologia aos demais assentados”, destacou. O projeto teve repercussão favorável na Casa. A partir de agora, ficará aguardando por emendas, devendo retornar para votação no prazo de três meses. Se aprovado, seguirá para sanção da governadora Ana Júlia e se tornará lei. |
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